Êxtase

Desculpe caro leitor, mas hoje resolvi desenterrar uma poesia. Aos incautos que lerem mil perdões pela falta de vergonha. A imagem acima é um detalhe de uma pintura virtual chamada Miguelangela.

Êxtase

Eu quase não durmo
Sou fogo na roupa
na pele,
na boca.

Suave, tinto
Licoroso, rascante
Sou embriago
Estou embriagante

Não pertenço ao mundo
Sou todo de fora
Estrangeiro, forasteiro.
Assaltante?

Olhos atentos
o futuro é negro!
Recebo a ti no meu peito
que é vermelho,
vermelho,
vermelho…

Raro – outubro de 1994

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